TEMA DE REDAÇÃO | A proibição de armas de brinquedo impede crianças de se tornarem adultos violentos?

Você acha que a proibição de armas de brinquedo é uma medida eficaz para impedir que as crianças se tornem adultos violentos? Leia os textos de apoio abaixo, reflita sobre o assunto e elabore um texto dissertativo-argumentativo no qual você deverá expor, de maneira clara e objetiva, o seu ponto de vista. Busque outras leituras, caso julgue necessário.

Antes de iniciar a sua produção, dá uma lida sobre brainstorm -> esqueleto -> rascunho lá em nossa blog.

Se você está preparando para o ENEM, o ideal é que escreva a sua redação com base nas instruções abaixo, extraídas/adaptadas da prova de 2018:

  • A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.
  • O seu texto deve ter entre 7 e 30 linhas. Menos que 7 torna o texto “insuficiente”.
  • Cuidado para não fugir ao tema e não deixe de atender ao tipo dissertativo-argumentativo.
  • Cuidado para não apresentar parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto.

 

TEXTOS DE APOIO

Texto 1

As brincadeiras de polícia e ladrão podem estar com os dias contados no Brasil. O Estado de São Paulo e o Distrito Federal estão entre as unidades federativas que aprovaram recentemente legislações que proíbem fabricação e comercialização de armas de brinquedo. A medida causa polêmica e divide opiniões. Em São Paulo, a iniciativa partiu do deputado estadual André do Prado. [Leia o texto completo]

Fonte: Leis proíbem venda de armas de brinquedo (adaptado) / Previ

Texto 2

Para o deputado André do Prado, as armas de brinquedo podem incentivar a violência entre as crianças. “Avalio que esses objetos influenciam a criança em seu comportamento futuro e em sua educação, afinal podem incitá-la à violência. Na medida em que ela brinca com esse tipo de instrumento, passa a acreditar que os conflitos poderão ser resolvidos com armas. É preciso cultivar desde cedo práticas não violentas”, defende. [Leia o texto completo]

Fonte: Venda de armas de brinquedo é proibida no Estado de São Paulo / Portal Terra

Texto 3

Para a doutora em sociologia, Irene Rizzini, vice-presidente da Childwatch International Research Network, a questão do uso de brinquedos agressivos é um debate muito sério. Em sua opinião, pais ou adultos próximos são modelos importantes na formação de um ser humano. Se constantemente incentivarem a criança a brincar com brinquedos de conotação agressiva, como revólver e espada, podem transmitir uma mensagem de que a violência é algo aprovado por eles, adultos.

Já a professora da faculdade de pedagogia da USP, Tizuko Morchida Kishimoto, defende que não é eliminando as armas de brinquedos que se acabará com a violência. “Não adianta tirar o objeto da mão de uma criança, a violência não está na arma em si. Se a criança quiser brincar de guerra, não precisa da arma de plástico. Segundo ela, a brincadeira é uma simulação do mundo real e a criança sabe distinguir a realidade da fantasia. “Não é porque o menino brinca com arma ou aponta o dedo que ele vai virar bandido”, comenta. [Leia o texto completo]

Fonte: Armas ou brinquedos? – Armas de brinquedo ainda são motivo de muita polêmica entre pais, educadores. / Bolsa de Mulher

Texto 4

Para a psicóloga Julia Válio, a criança pode brincar com uma arma para representar um herói da TV, ou apenas para se movimentar. Segundo ela, não é o uso de uma arma de brinquedo que despertará o comportamento agressivo. Cabe aos pais orientar os filhos para que a brincadeira seja saudável. A vendedora Diva Fátima Santos da Costa conta que armas de brinquedo fazem parte dos momentos de lazer de seus filhos, estimulando a interação de maneira divertida. [Leia o texto completo]

Fonte: Lei que proíbe a venda de arma de brinquedo gera discussão / Portal G1

 

Boa produção!

Um abraço,
Equipe Redação Nota Dez

 

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